Frankie nº 4 - Witches of East End

Publicada em 19:11 - 21/11/2014 por Billy

Olá, eu sou o Vinny, atualmente pré-revisor da equipe, e este texto é sobre “Witches of East End”. Em setembro de 2013, a InSUBs anunciava três séries novas: “The Blacklist”, “Masters of Sex” e “Witches”. Decidi que ia acompanhar alguma delas. Eu tinha a forte impressão de que a primeira seria muito popular, porém não ia me agradar (foi exatamente o que aconteceu). A segunda era curiosa, mas fiquei com receio que a ideia não fosse funcionar tão bem na prática. Foi a terceira que me fez dizer logo de cara: “É essa”. Apesar de não ter uma história muito original nem mesmo para a televisão (inevitável a comparação com “Charmed”, por exemplo), a série, baseada no livro de Melissa de la Cruz, sobre duas irmãs que descobrem que vêm de uma família de bruxas imediatamente chamou minha atenção. Os homens podem ter preconceito, achando que é série “de mulher”. Esqueçam isso, principalmente porque o elenco principal tem três lindas mulheres (a Julia Ormond... não faz meu tipo), sendo que a mais bonita delas está quase sempre nua. E, segundo comentários femininos que li e ouvi, os atores são bonitões também. Uma pessoa que conheço fala que uma série ou filme deve ter um bom motivo para ser assistido nem que seja ver gente bonita. O enredo é envolvente. Em uma palavra, descrevo a série como “completa”. Ela tem de tudo: suspense, ação, romance, drama e pitadas de comédia. Todos os 23 episódios terminam com um “cliffhanger”, aquela situação que te deixa ansioso para ver o que acontece depois. E são todos muito eficazes. Destaco o do piloto e o dos últimos episódios de cada temporada. A 1ª temporada, na qual tive o prazer de participar da legenda de todos os episódios, foi excelente. O episódio 4 termina com um dos momentos mais dramáticos que já vi em uma série. O episódio final da temporada cria uma expectativa gigantesca para o que vem a seguir, e a 2ª temporada foi ainda melhor do que se esperava. O orçamento da série claramente estava maior, pois houve um grande uso de efeitos especiais (um pouco cafonas em certos momentos, é verdade), e os roteiristas estavam mais “atrevidos”, em todos os sentidos: a trama tinha mais reviravoltas e as referências ou mesmo cenas de sexo eram frequentes. Vale a pena mencionar o episódio “Boogie Knights” (S02E05), que mostra uma interessantíssima vida passada dos personagens, com direito à atriz Jenna Dewan-Tatum dançando, em referência ao seu papel no filme “Ela Dança, Eu Danço”, de 2006. A qualidade da trama e da produção em si aumentou de uma temporada para a outra. Porém, a audiência diminuiu. A média de telespectadores caiu de 1,67 para 1,13 milhão. Como é isso que importa para as emissoras, o canal Lifetime cancelou a série, depois de uma 2ª temporada que mais uma vez terminou gerando enorme ansiedade. O público se revoltou e fez uma petição online para o retorno das bruxas, com apoio de alguns artistas. Aparentemente a única esperança agora é que o Netflix salve a série, assim como ocorreu com “The Killing” e pode ocorrer com “Longmire”. É uma pena deixarem a história sem solução e os fãs chupando o dedo. O revisor IgoPH acrescentou uma mensagem no final da legenda do último episódio, e eu gostaria muito que esse desejo indireto se realizasse: “ATÉ A PRÓXIMA TEMPORADA!”.

Vinny

Revisores InSUBs


Outras postagens



Comente

Parceiros

Podcast

Facebook

InSUBs - Qualidade é InSUBstituível © 2007 - 2017 - Termos e condições de uso.